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Cia Dançurbana questiona a autoria em dança no espetáculo ‘Plagium?’ no 14º FASP

  • 10 maio 2018
  • Categorias:Geral

Campo Grande (MS) – A Cia Dançurbana apresenta o espetáculo ‘Plagium?’ no segundo dia do 14º Festival América do Sul Pantanal (25/05), na Praça CEU, em Corumbá. As atividades no local começam às 14h. No sábado (26/05), haverá uma reapresentação na Praça da República, às 10h.

O espetáculo ‘Plagium?’ busca questionar a autoria em dança e quais ferramentas usadas para que uma criação seja considerada autêntica – original ou cópia? Tudo que criamos é original? A partir dessas indagações este trabalho apropria-se de recortes de obras de companhias de dança reconhecidas para criar um espetáculo particular. Eler foi criado e estreou em 2009. Já circulou por cidades do Norte e Nordeste do Brasil, pelo SESC Amazônia de Artes em 2012; foi apresentado em 43 cidades do país, pelo projeto SESC Palco Giratório em 2014; entre outras apresentações.

“Nesta releitura há referências do trabalho original de 2009 e novas inspirações de espetáculos de companhias e artistas, como: Ginga Cia de Dança (Cultura Bovina), Cena 11 (Cartas de amor ao inimigo), Quasar Cia de Dança (Coreografias para ouvir) e Ohad Naharin (O Decadence). São grupos e artistas que são ou foram em algum momento referência em nossa trajetória”, revela o diretor Marcos Mattos. Em ‘Plagium?’ apresentam-se Adailson Dagher, Ariane Nogueira, Irineu Ruach, Jackeline Mourão, Maura Menezes, Lívia Lopes, Ralfer Campagna, Reginaldo Borges, Rose Mendonça e Thiago Mendes.

Nascida em 2002, a Cia Dançurbana desenvolve um trabalho de formação, produção e difusão da dança em Campo Grande e Mato Grosso do Sul. É uma companhia de dança profissional independente, que realiza espetáculos, cursos, oficinas, encontros e palestras, pautadas pela sustentabilidade e continuidade da realização de trabalhos, que se relacionem com a comunidade, com o público em geral. A técnica inicial de movimento usada pela companhia são as Danças Urbanas e seus mais diversos estilos, porém não utilizadas como Fim e sim como meio para as criações. Principais espetáculos: Urbanóides (2008), Plagium? (2009), Singulares (2012), Soma Onze (2013), De Passagem (2015), FLUZZ (2016) e Poracê – O outro de nós (2017). Principais destaques: Prêmio Célio Adolfo de Incentivo a Dança 2013, Prêmio Funarte Klauss Viana 2011 e Prêmio Destaque Cultural 2014. Com o espetáculo “Plagium?”, em 2014 a Cia integrou a programação do Palco Giratório Sesc, o maior circuito de artes cênicas do Brasil, passando por 44 cidades. A companhia é a única de MS que teve, por dois anos consecutivos, o patrocínio de O Boticário na Dança, Eletrobras Furnas e Digix.

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