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Do rock andino ao tropical, Del Pueblo del Barrrio e o Santo Chico  surpreendem o público do FASP

  • 26 maio 2018
  • Categorias:Geral

O público vibrou e dançou com o rock andino da banda peruana Del Pueblo del Barrio e o show dos garotos de O Santo Chico, que se apresentaram nesta sexta-feira (25/05) no Palco do Rio Paraguai, durante o 14º Festival América do Sul Pantanal.

Símbolo da fusão entre ritmos de raízes andinas com a música crioula e negra, Del Pueblo del Barrio transportou o público para as ruas do Bairro  limenho “La Victoria”, onde os músicos Piero Bustos e Ricardo Silva se encontraram e começaram a mesclar os diversos ritmos que escutavam.  Assim, nasceu em 1981 o rock andino da banda, batizada como música bairro.

O espetáculo é uma excursão à vida de qualquer bairro das cidades latino-americanas, cheias de contrastes e ritmos.  Com letras de cunho político, a banda traz reflexões sobre a realidade das favelas, de questões socioambientais, políticas, entre outros temas.

“Somos parte do nosso povo, nos identificamos com suas lutas, esperanças, tristezas e fracassos. Mas o povo também é um bairro, e nos identificamos muito com nosso lugar de origem. Somos do bairro La Victoria, de ascendência afro-peruana e lá se escuta muita percussão. Então, essa mescla faz com que se forme essa música mestiça”, explicou Piero Bustos.

A diversidade de ritmos seguiu com a apresentação da banda campo-grandense O Santo Chico, que tocaram canções do seu 2º EP “Ensaios sobre a Santidade”. O batuque do atabaque e a performance do vocalista Begèt de Lucena colocaram a plateia para dançar com seu explosivo rock’n’roll tropical.

Segundo Begèt, o estilo da banda advém da junção de vários ritmos. “Somos cinco cabeças, e cada um tem sua influência desde o nascimento. Cada um com sua referência dentro do rock tropical. Esse 2º EP condensa essa nossa energia que levamos para o palco”, explica.

Animado com a participação no Festival, o percussionista da banda, Felipe Ceará, comentou sobre a riqueza de ritmos que compõe o FASP. “O legal do festival é justamente essa integração. É você ver essa galera tocando, ver outra linguagem, isso contribui muito para a gente. O principal foco desse festival está sendo  a integração, um artista ver o trabalho do outro, trocar experiência. Momento de celebração com os amigos, isso é o massa do evento”.

Texto Assessoria de Comunicação FASP

Fotos Ricardo Gomes e Eduardo Medeiros

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