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Evelin Lechuga une voz e beleza em um show pela liberdade no Palco da Integração

Com uma presença de palco que remete a bagagem adquirida em anos se apresentando em festas e bailes, dos tempos de vocalista da Banda Company (2002/2004), a cantora Evelyn Lechuga, de Campo Grande, fez um show marcante na 16ª edição do Festival América do Sul, na noite de sábado. A reação do público foi reciproca e coroou sua primeira aparição no evento promovido pelo Governo do Estado.

A escolha do repertório foi impecável, ressoando a boa música pela Praça Generoso Ponce, onde os ventos do Pantanal proporcionavam uma noite agradável a uma temperatura de 23 graus – já considerado frio para o corumbaense, acostumado ao forte calor. A beleza e a voz de Evelyn contracenavam com o clima do festival e a animação da plateia, que logo se identificou com a cantora e sua banda.

Formada em música pela Universidade de Mato Grosso d Sul (UFMS), em 2010, a cantora campo-grandense iniciou sua carreira se apresentando em festivais estudantis (foi vencedora do Festival de Canção, do Colégio Dom Bosco, em 2003, interpretado Porto Solidão, de Jessé) Lançou seu primeiro álbum em 2009 e depois de formada divide a música com outras atividades, como a produção cultural, pesquisas e a educação.

Novos desafios
Acostumada a desafios, ela agora se dedica à estreia de “Mamma Mia” (um musical mundialmente famoso, baseado nas canções do grupo pop sueco Abba), que será apresentado em julho, no Teatro Glauce Rocha (Campo Grande), com produção do professor Fernando Ferreira. Em entrevistas, Evelyn conta que ficou empolgada com o convite: “será uma grande oportunidade, uma nova vertente na minha carreira”.

No show na Praça Generoso Ponce, a cantora interpretou dez músicas, algumas autorais, abrindo com Samba de Doido. Um dos momentos especiais foi “Alfonsina Y El Mar” (de Ariel Ramirez e Félix Luna, mas eternizada na voz de Mercedes Souza), em duo com o professor e maestro Eduardo Martinelli, que dirige a Orquestra de Câmara do Pantanal, do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, de Corumbá.

Rogando pela liberdade das mulheres, entre o amor e a dor, também cantou divinamente Summertime e Vida Bela Vida (Guilherme Rondon), fechando sua participação no Fasp 2022 com Dancing Queen, gravado pelo grupo Abba e um dos maiores sucessos da década de 1970. “Estou muito feliz em voltar a esta cidade linda e de participar de uma festa maravilhosa que é este festival”, despediu-se Evelyn Lechuga, que já morou em Corumbá.

Texto: Silvio Andrade
Foto: Bruno Rezende

 

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