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Jakeline Sanfoneira abre os trabalhos no Palco Rio Paraguai com muito chamamé

Jakeline Sanfoneira

A primeira noite do Palco Rio Paraguai, na 16ª edição do Festival América do Sul Pantanal (Fasp), começou tímida, mas logo se tornou memorável para quem decidiu encarar a madrugada às margens do rio. Os shows da campo-grandense Jakeline Sanfoneira e da argentina Sofía Viola mostraram a força e a vitalidade da música sul-americana em recortes diferentes, mas que conversam entre si.

Vestindo um conjunto de roupas amarelas, das calças ao chapéu, Jakeline Sanfoneira deixou claro, logo nos primeiros instantes, que seria em torno do chamamé que seu show se moveria. A medida que a cantora aquecia o repertório, o público também foi ocupando os espaços e logo duplas se formaram para dançar ao som de composições como “Prazer de Fazendeiro”, de Délio e Delinha, “Curupí”, de Dino Rocha e “El Sapo”, de Zé Corrêa.

“Eu me sinto muito honrada e feliz de participar pela primeira vez do festival. Sou filha desse estado e quero fazer um show bonito para todo esse povo”, afirmou Jakeline antes de subir ao palco. E para quem assistiu, beleza não faltou. “É disso que Corumbá precisa. Foi uma celebração da nossa música, da nossa cultura”, afirmou Elton Roberto, que dançou várias canções.

Público - Palco Rio Paraguai

Texto: Thiago Andrade/Assessoria FASP 2022
Fotos: Vaca Azul

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