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Orquestra de Câmara do Pantanal se apresentou no Palco da Integração

Antecedendo ao show de Michel Teló na abertura do Festival América do Sul Pantanal, quinta-feira (26). uma das atrações da extensa programação do maior evento de integração latino-americana, em Corumbá, foi a Orquestra de Câmara do Pantanal, criada oficialmente em 2018 e integrada por ex-alunos e novos aprendizes de música do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano. Esta instituição, que une música, dança e cidadania, funciona no porto-geral da cidade.

A Orquestra desempenha relevante papel no contexto cultural da região pantaneira. Com ampla programação inclui repertórios sinfônicos e camerísticos, clássicos, populares e regionais, apropriados não só para salas de concerto, mas também para auditórios, campus e em unidades de ensino, teatros, anfiteatros e espetáculos ao ar livre, bem como para pequenas recepções, aniversários, casamentos e outros eventos.
Recentemente, alguns músicos integraram a Orquestra Vale Música e representaram muito bem o Brasil em Dubai. Também participaram de turnês em cinco capitais brasileiras. O FEMUP – Festival de Música de Concerto do Pantanal, também faz parte do histórico da orquestra regida pelo maestro Eduardo Martinelli. “A orquestra se fortaleceu muito com esse intercâmbio”, atesta Márcia Rolon, diretora do Moinho Cultural Sul-Americano.
Ritmos variados

“Temos como objetivos principais divulgar a música sinfônica e de câmara, inovar em propostas educacionais e artísticas, estimular a formação de público e, sobretudo, promover a interação entre o saber produzido no Instituto, que este ano completa 18 anos de atuação na transformação social por meio da arte, e a sociedade”, acrescenta Rolon.

Na apresentação no Palco da Integração do Festival América do Sul Pantanal, o repertório foi bastante diversificado – do chorinho, passando por ritmos nordestinos, regionais e latinos -, com duração de 50 minutos. Para o maestro Martinelli, um concerto ao ar livre é um desafio a mais para os 26 integrantes da orquestra devido ao comportamento diferenciado do público. Se apresentar no Fasp 2022, segundo o maestro, foi um prêmio ao talentoso grupo.

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